Cadeira nº 12 – Cláudio Salvador Lembo
TITULAR

Cadeira 12
Titular
Nascido em SP, em 12 de outubro de 1934, tomou posse na Academia paulista de Educação em 15/12/2006, quando foi saudado por Flávio Fava de Moraes. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da USP. Doutor em Direito pela Universidade Mackenzie. Professor titular de Direito Constitucional e de Direito Processual Civil da Universidade Mackenzie, da qual já foi Reitor. Advogado desde 1959, publicou vários livros.
Exerceu os seguintes cargos administrativos:
Na Prefeitura de São Paulo:
• Secretário de Negócios Extraordinários, entre 1974 e 1979.
• Secretário de Planejamento, em 1993.
• Prefeito, várias vezes, na condição de Secretário de Negócios Jurídicos, entre 1986 e 1989.
No Governo Federal:
• Chefe de Gabinete do Ministro da Educação.
• Assessor do Vice-Presidente do Brasil.
No Governo Estadual:
• Eleito Vice-Governador para o período 2003/2006, ao lado do Governador Geraldo Alckmin, assumiu o Governo do Estado em 30/3/2006, para encerrar o mandato.
PATRONO

Cadeira 12
Patrono
O jornalista e membro da cadeira 12 da Academia Paulista de Educação Júlio de Mesquita Filho nasceu em São Paulo, no dia 14 de fevereiro de 1892. Seu pai, Júlio de Mesquita, era proprietário do jornal O Estado de S. Paulo.
Estudou na Europa e cursou Direito na Universidade de São Paulo.
Fundou a Rádio Eldorado em 1958 e o Jornal da Tarde em 1966.
Sempre engajado nas lutas democráticas do país, organizou em 1932 a Revolução Constitucionalista, que exigia o cumprimento das promessas por parte do presidente Getúlio Vargas. Foi exilado após a derrota na revolução. Após cumprir o seu período de afastamento, Júlio de Mesquita Filho volta a São Paulo e funda, junto com Armando de Salles Oliveira, a Universidade Estadual Paulista.
Pelo jornal l “O Estado de S. Paulo”, o jornalista criticava o regime ditatorial no Brasil, o que levou seu jornal, em 1968, à censura militar.
Júlio de Mesquita Filho faleceu em julho de 1969.
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FUNDADOR

Cadeira 12
Fundador
Nasceu em Jaboticabal, SP, em 18/8/1922.
Em 1939 tornou-se redator-chefe da publicação trimestral Cultura – Órgão da Sociedade Cultural Jaboticabense.
Em 1943, licenciou-se em Filosofia, pela FFCL da USP.
Seu primeiro cargo no magistério público estadual foi o de professor interino de Filosofia, no Colégio e Escola Normal de Catanduva.
Em 1943, tornou-se instrutor voluntário da cadeira de Filosofia da FFCL da USP.
Entre 1944 e 1955, foi professor assistente da mesma cadeira.
Em 1951, obteve o título de Doutor em Filosofia, com a tese: A formação filosófica de Farias Brito.
Em 1951, passou a reger a cadeira de História e Filosofia da Educação.
Em 1952, obteve a cátedra da cadeira de História e Filosofia da Educação, com a tese As reformas pombalinas da instrução pública.
Entre 1961 e 1965, dirigiu o Centro Regional de Pesquisas Educacionais do INEP em São Paulo.
Foi diretor da Faculdade de Educação da USP.
Em 1963, participou da instalação do Conselho Estadual de Educação, que integrou por nove anos.
Entre 1965 e 1967, foi reitor da Universidade de Brasília.
Durante muitos anos foi redator da seção Educação do jornal O Estado de S. Paulo.
Principais trabalhos publicados:
A lógica de Monte Alverne. In Boletim da FFCL, São Paulo, EDUSP, 191946.
A educação em São Paulo. In Ensaios paulistas, São Paulo, Anhembi, 1956.
A educação brasileira: sua periodização. In Introdução ao estudo da história da educação brasileira. São Paulo, IEB, 1971.
A educação e seus métodos. In Sérgio Buarque de Holanda, História geral da civilização brasileira. São Paulo, DIFEL, 1973.
A formação filosófica de Farias Brito. São Paulo, Saraiva/Edusp, 1977.
As reformas pombalinas da instrução pública. São Paulo, Saraiva/Edusp, 1978.